Terça-feira, 15 de Abril de 2014

 

Pedro, este blog não tem nome. O URL explica-se sozinho: é a nossa quantia ganha, recebida ou gasta em cada dia. (Depois apaga-se.)

 

Tudo, como se diz, está aqui. De novo. A minha irrelevância e a tua. Essa autodepreciação que facilmente se confunde com a arrogância, com este sair-todo-jeitosinho-de-dentro-de-si-mesmo. Isso tudo que mal se ingere e logo se caga. Essa mistura de curral e abadia. Está tudo aqui. A inclinação para o picadeiro. O vínculo entre o que escolhemos e a intrujice que nos grampeia o cu (mais de uma vez, inclusive). A vaidade. A nossa e a deles. Que alívio! Não é preciso dar mais que um encontrão em cada um. Olhar para fora com a meticulosidade de uma Penelope. Falar de tudo, mas ainda assim com muita discrição. Eu sei. Tudo tem instintos. O despropósito. O meu estilo de pobre coisa. Isto pode não dar certo e por isso mesmo ser perpetuamente contemporâneo de qualquer coisa e de qualquer um. Bom, talvez não. Ninguém sabe. Ainda assim, o que esperamos ver é a porca torcer, definitivamente, o seu rabo. Não é mesmo? Eles lêem ou não lêem, é uma coisa que não nos diz respeito.

 

Peor

despesadiaria às 06:31
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