Com a benção de D. Manuel Clemente e com o apoio passional do Craveirinha, embarquei no comboio das seis da tarde para constatar que o meu amor-próprio teria de vir, fatalmente, de lá. (Da França.) Sim, eu inclusive desconfio que há os que amam a França e os que lhe acham graça mesmo assim. No entanto, para me proteger da bicharada, e daquilo que o Eric Rohmer foi noutros lugares, talvez fosse ou viesse a ser melhor escrever (daqui até a hora aproximada da Parousia) pelo menos dois Eclesiastes e um Livro de Jó por semana. O que, à conta da vida que tenho, resulta sempre espontaníssimo.
Peor